foi o primeiro livro publicado por uma blogger que comprei. já tive a tentação de comprar o livro da pipoca mais doce, mas de todas as vezes que o tive na mão acabei por não o fazer. a minha ausência da blogosfera durante o último ano fez com que deixasse de seguir os dias deliciosos da princesa Catarina, e foi através de um feliz zapping no canal sicmulher, onde a Catarina foi entrevistada a propósito do lançamento desta biografia, que lhe conheci o rosto. nesse momento tive a certeza que a queria (re)ler. foi o livro que me acompanhou nas férias e não desiludiu. reencontrei a sua escrita doce e despretensiosa, essa simplicidade, que sempre lhe reconheci nas palavras, quando não imaginava sequer que um dia poderia lê-las em papel. parabéns Catarina, pelo livro, e pela coragem de seres como és.
os dias fazem-se de todas as cores, mas são os rosas que me dão (mais) vontade de escrever ...
domingo, agosto 18, 2013
♕ dias de uma princesa
❥ "e quando sinto mesmo muito medo penso que as pessoas de quem se gosta nunca se perdem"
caudalíe lover
❥ e este não é um post publicitário, infelizmente
já não me recordo há quanto tempo sou apaixonada pela marca. ou sequer como é que ela entrou nos meus dias. aliás, à primeira impressão tinha tudo para eu não sentir qualquer vontade de a experimentar, uma vez que sofro de uma anormal repulsa por tudo o que seja relacionado com vinho, uvas. mas a verdade é que experimentei, e que vou juntando cada vez mais produtos a esta minha paixão. como tenho uma pele com tendência para sardas, que monopolizam o meu rosto no verão, uso a linha anti-manchas, composta pelo serúm, hidratante e mais recentemente a máscara peeling enzimática. paralelamente uso o desmaquilhante, o protector solar rosto 50, a base mineral que me dá o ar "saudável" no inverno, o esfoliante que tem um cheirinho delicioso, o creme bronzeador para pernas que ainda intensifica o bronzeado, o óleo hidratante que salvou o meu cabelo do sal e do cloro durante as férias, enfim ... uma parafernália de produtos que vou descobrindo e dos quais já não consigo me separar.
sábado, agosto 17, 2013
das descobertas tardias, mas fantásticas
❥ que já me apaixonou
usei o curvador de pestanas pela primeira vez, pelas mãos de uma amiga, esta semana. estávamos a arranjar-nos para uma saída e quando a vi com este (quase) objecto de tortura na mão não pude evitar o "mas isso não dói?". da resposta dela "não" até ao experimentar foi um instantinho. assim que me vi ao espelho soltei um deliciado e surpreso "ahhh". como podem perceber simplesmente adorei o resultado. agora só preciso de procurar esta beleza nas lojas da especialidade, perceber qual a marca que alia eficácia e segurança, e já nos consigo ver amigas por toda a vida.
não gosto de conduzir
❥ uma pessoa não precisa estar a vida inteira ao nosso lado para se tornar única e inesquecível
prefiro ser conduzida, mas a minha condição não me permite usar o banco do pendura com a frequência que gostaria. contingências do meu estado civil. mesmo assim há pessoas que me fazem percorrer quilômetros. e a kinhas é uma delas. a kinhas entrou na minha vida, sem que eu desse por ela, sem dia nem hora marcada. um dia espreitou os meus dias, do outro lado, e ficou. quando conheci a kinhas pessoalmente percebi, mais uma vez, que uma pessoa não precisa estar a vida inteira ao nosso lado para se tornar única e inesquecível. não temos uma história juntas, nem sequer vivenciamos momentos-chave das nossas vidas. e mesmo longe gostamos de sentir que estamos aqui, uma para a outra. porque há empatias que não se explicam, mesmo que a kinhas não saiba que eu não gosto de conduzir.
sexta-feira, agosto 16, 2013
a felicidade, sem preço
❥aquela que é genuína, autêntica. aquela que se alimenta de detalhes. aquela que faz a diferença.
não posso, não posso, não posso
❥ mas é mais forte do que eu
acabei de ir espreitar a nova colecção da zara. sim, confesso, sou aquilo que se pode chamar de zarólica anónima. as primeiras peças lançadas no site aquando o início das estacões normalmente não me apaixonam em grande número, felizmente. regra geral vou gostando de uma ou outra, mas tenho treinado o bastante para deixar de desejar as demasiado caras. e muitas vezes até encontro combinações perfeitas, um design bonito ao melhor preço. além disso, vou moderando a aquisição entre a impossibilidade financeira e o facto de muitas vezes aquilo que me salta à vista na realidade não me fica bem. graças ao Senhor, penso eu, por não ser alta e magra como as modelos.
quinta-feira, agosto 15, 2013
da ambição
❥ ou da falta dela
tenho uma carência grave de ambição. não sei se alguma vez a tive, e se em determinada altura da vida a perdi, ou se sempre "sofri" com a sua ausência. também não sei se amanhã não a vou recolher na rua e arregaçar as mangas. apenas sei que não a reconheço nas minhas opções, na minha forma de estar. e este desprendimento revela-se em situações tão complexas, como não procurar um trabalho melhor remunerado, ainda que nos dias de hoje não seja tarefa fácil, como nos mais pequenos pormenores, como o desinteresse por adquirir algo material.
mas note-se que tenho ambição de ser (mais) feliz, só não tenho nos genes a força visceral da procura, o impulso desmedido de trepar. mas diz-se que as conquistas sem luta sabem melhor. talvez por isso a minha fé seja maior que a minha ambição. talvez por isso tenho esperado que a vida me surpreenda, ora doce, ora amarga.
quarta-feira, agosto 14, 2013
terça-feira, agosto 13, 2013
a minha mala já aterrou em território nacional
❥ em modo feliz pois claro
tenho de confessar, quando nos foi dada a oportunidade de retirar da mala de porão aquilo que cada passageiro considerasse imprescindível trazer para Portugal, [alguns reclamavam documentos, outros chaves de casa ou carro] eu fiquei sem reacção. não sabia o que queria "salvar". lembrei-me do carregador do iPhone / iPad e do necessaire, mesmo consciente que estava a desrespeitar a regra que proíbe frascos de capacidade superior a 100ml na cabine. recordo que fui das últimas pessoas a embarcar, pela segunda vez, porque não queria sair perto da minha mala. fiquei alguns minutos a olhar para as minhas coisas, como se me estivesse a despedir, quando a minha vontade era agarrar nelas e desatar a correr para o avião.
esta manhã quando recebemos a notícia que quatro das oito bagagens do nosso grupo tinham chegado, e enquanto não sabíamos a quem pertenciam, não quis pensar muito no assunto. não queria criar falsas expectativas e até já me estava a habituar à ideia que podia nunca mais a ver. poucas horas depois tive a confirmação que uma dessas era a minha e que, mesmo depois de ter sido revistada, os meus vestidos lindos! ainda se encontram dentro dela.
parece que posso concluir que sou materialista, e não pouco.
parece que posso concluir que sou materialista, e não pouco.
perigosamente pelo amor
❥ e pelo despertar de consciências adormecidas
já tive momentos de aconselhar outras pessoas. de as querer alertar para os diversos cenários e alternativas, de as incentivar a pensar nas repercussões das opções e dos seus comportamentos. mesmo quando era eu que precisava de ajuda. já tive momentos de tentar fazer alguém perceber o que era realmente importante. elas, sempre, cada uma na sua posição individual, com o devido respeito pelo(s) outro(s), mas sim, pedindo que cada uma seguisse o seu próprio sentido de vida. pedindo que cada uma ouvisse a voz que preferiam calar, a do coração.
parece que é mais fácil seguir a razão, mas disso não sei falar, sou o fruto de histórias, todas elas, tenham sido longas ou curtas, vividas intensa e imensamente com o coração. muitas experiências partilhadas que me ajudaram a perceber que as vontades são como móveis, e da mesma forma que os móveis se adaptam a cada assoalhada também existem vontades à medida de cada um de nós. mesmo quando a vontade é mais complexa do que um "sim" ou um "não".
hoje, à luz dos trinta (e alguns) anos, evito o tipo de conversas. deixou de fazer sentido [e sinceramente chateia-me que se tenha tornado hábito expressar precisamente o contrário daquilo que realmente se deseja ou sente. interrogo-me o porquê, e acho que toda a vida o farei] mas mesmo assim caio muitas vezes na tentação de lançar uma ou outra frase, assim como quem nem quer a coisa, na esperança que a outra pessoa apanhe a semente e a faça crescer, apenas com a luz do seu coração.
segunda-feira, agosto 12, 2013
há poucas coisas melhores na vida
❥ou terei eu um padrão pouco ambicioso
do que regressar de uma viagem e marcar já a próxima. Amesterdão, aqui vou eu. serão quatro dias, daqui a cerca de dois meses, para palmilhar aquela cidade que me fascina há alguns anos. quero visitar a casa de Anne Frank, aquela que foi a minha paixão literária da adolescência, ir ao museu Van Gogh, ao Vondelpark, andar de bicicleta pelas ruas deliciosamente coloridas e passear de barco pelo canal. mas também se aceitam outras sugestões, das boas.
sabes que tens um problema de gula
❥ ou um coração partido para reparar
quando devoras d-o-i-s toffee crisp de uma assentada.
quando devoras d-o-i-s toffee crisp de uma assentada.
[update: afinal foram t-r-ê-s]
o regresso faz-se agridoce
❥ Cabo Verde, ilha da Boa Vista
Cabo Verde foi sol, mas pouco, areia a perder de vista e um mar de temperatura aceitável para Atlântico. foi chinelos durante o dia e vestidos coquetes à noite. foi mergulhos na água azul céu ao nascer e ao pôr-do-sol. foi caminhar ao longo do areal e ver tartarugas no mar. foi piruetas na piscina do hotel que se confundia com a linha do horizonte. foi gastar, mais do que o previsto, o creme de aloe vera, mesmo que o índice de proteção solar fosse 50. foi passeio de moto 4 pelas dunas, banhos de lama, "refeições" de pó. foi viajar sentada num banco de madeira, na traseira de um jipe, e mesmo conhecendo a realidade do povo ficar impressionada com a pobreza da capital, Sal Rei. foi deliciar-me com a cor que o meu corpo ia ganhando, mesmo com a sensação de pele "fritada" e amaldiçoar as manchas no rosto. foi assistir aos espectáculos preparados pelo staff do hotel e dançar música cabo verdiana até doerem os pés enfiados nos saltos altos. em Cabo Verde não havia digestão e as refeições faziam-se sem restrições, com tudo a que tínhamos direito. com batatas fritas ao jantar e crepes de chocolate ao pequeno-almoço. foi gritar a cada barata do tamanho de um ovo e rezar para que nenhuma abelha, que insistia habitar na nossa casa-de-banho, me quisesse deixar marca. foi procurar no mar a máquina fotográfica de água e gritar de alegria quando a vimos na mão de alguém no ar.
Cabo Verde fez-se de recordações muito-muito doces, com amigos daqueles dos bons, mas Cabo Verde foi (ainda) chegar a Portugal sem mala. trazidos por uma companhia aérea que revelou uma extrema falta de profissionalismo, com informações contraditórias e justificações absurdas. no fundo é bom regressar a "casa", mas as roupas preferidas andam ainda por lá, sem a certeza de que elas também possam regressar ...
Cabo Verde fez-se de recordações muito-muito doces, com amigos daqueles dos bons, mas Cabo Verde foi (ainda) chegar a Portugal sem mala. trazidos por uma companhia aérea que revelou uma extrema falta de profissionalismo, com informações contraditórias e justificações absurdas. no fundo é bom regressar a "casa", mas as roupas preferidas andam ainda por lá, sem a certeza de que elas também possam regressar ...
domingo, agosto 04, 2013
e lá vão sessenta
❥ e que a vida se faça mais doce
quando olho para a minha mãe vejo-a nos quarenta, aliás tenho-a visto nos quarenta nos últimos vinte anos. apesar de todas as mazelas que a saúde lhe tem infelizmente oferecido não a reconheço nos sessenta que hoje festeja. comemorar um aniversário normalmente significa apenas somar mais um ano, mas este ano é o virar de uma década e espero com todo o coração que a nova lhe traga menos lágrimas. espero que os seus sonhos se voltem a construir, e que nas adversidades da vida continue a sentir a sua enorme força. hoje não estou ao seu lado, mas estou feliz, e tenho a certeza que esse é dos seus maiores desejos, hoje e sempre.
quando olho para a minha mãe vejo-a nos quarenta, aliás tenho-a visto nos quarenta nos últimos vinte anos. apesar de todas as mazelas que a saúde lhe tem infelizmente oferecido não a reconheço nos sessenta que hoje festeja. comemorar um aniversário normalmente significa apenas somar mais um ano, mas este ano é o virar de uma década e espero com todo o coração que a nova lhe traga menos lágrimas. espero que os seus sonhos se voltem a construir, e que nas adversidades da vida continue a sentir a sua enorme força. hoje não estou ao seu lado, mas estou feliz, e tenho a certeza que esse é dos seus maiores desejos, hoje e sempre.
[post agendado]
sábado, agosto 03, 2013
[modo férias a sério: ON]
❥ porque ainda há sonhos dos bons para realizar
daqui a umas horas aterro na ilha da Boa Vista. [inserir um sorriso gigante aqui] são umas férias diferentes a que me habituei nos últimos anos, habitualmente as escolhas recaem sobre destinos citadinos, onde a praia nem sequer costuma ser requisito obrigatório, mas desta vez saiu-me um resort com tudo incluído na rifa.
ao meu lado seguem bons amigos e na bagagem uma vontade gigante que os nossos dias sejam absolutamente perfeitos.
ao meu lado seguem bons amigos e na bagagem uma vontade gigante que os nossos dias sejam absolutamente perfeitos.
sexta-feira, agosto 02, 2013
quinta-feira, agosto 01, 2013
das pessoas que trago no coração
❥ e dos amores gigantes que transbordam do peito
ando há uns dias a procurar as palavras perfeitas para deixar gravadas à minha mana de coração. este ano, talvez o primeiro que me lembre, não vou estar presente no seu aniversário e o vídeo servirá para encurtar um pouquinho a nossa distância. depois de alguns rascunhos tenho de reconhecer que escrever sobre quem amamos não é fácil. explicar as razões porque ela é tão especial para mim é como tentar explicar o porquê do amarelo ser amarelo. é, e pronto. e esta (nossa) amizade, que dura há mais anos do que a minha memória me permite recordar, faz-se há décadas de partilhas, de silêncios, de fins, de recomeços, de muitos sorrisos e de algumas lágrimas também. e mesmo sem a abraçar nesse dia tão especial, tenho a certeza que ela conhece o meu desejo, a sua felicidade, para sempre!
ando há uns dias a procurar as palavras perfeitas para deixar gravadas à minha mana de coração. este ano, talvez o primeiro que me lembre, não vou estar presente no seu aniversário e o vídeo servirá para encurtar um pouquinho a nossa distância. depois de alguns rascunhos tenho de reconhecer que escrever sobre quem amamos não é fácil. explicar as razões porque ela é tão especial para mim é como tentar explicar o porquê do amarelo ser amarelo. é, e pronto. e esta (nossa) amizade, que dura há mais anos do que a minha memória me permite recordar, faz-se há décadas de partilhas, de silêncios, de fins, de recomeços, de muitos sorrisos e de algumas lágrimas também. e mesmo sem a abraçar nesse dia tão especial, tenho a certeza que ela conhece o meu desejo, a sua felicidade, para sempre!
vai um corneto de chocolate?!?
❥ isso ou crepe do mesmo no Meidin*
as minhas dietas sempre foram de chorar a rir, porque de forma muito simples, sou uma preguiçosa de primeira. durante o inverno ainda fui fazendo ginásio, e portanto tinha de comer de tudo, mas chega o calor e o exercício físico, ou a ideia de sufocar em cima de uma bicicleta, torna-se demasiado penoso. portanto nos últimos dois meses a ideia era reduzir as calorias ingeridas, acabar com os hidratos à noite, beber mais água, comer mais fruta, mas rapidamente cheguei à conclusão que sou capaz de aguentar sem doces, na loucura, entre o almoço e o jantar. sim, sou daquelas pessoas que tão depressa diz "ai, preciso tanto de emagrecer" como estou a comer um chocolate (ou dois), um bolo ou um saco de gomas. eu vontade até tenho, falta-me é a força para resistir ao que mais gosto. porque nem mesmo pelo sonho de ter uma barriga lisa isto vai.
*restaurante junto à Boavista no Porto que simplesmente adoro
as minhas dietas sempre foram de chorar a rir, porque de forma muito simples, sou uma preguiçosa de primeira. durante o inverno ainda fui fazendo ginásio, e portanto tinha de comer de tudo, mas chega o calor e o exercício físico, ou a ideia de sufocar em cima de uma bicicleta, torna-se demasiado penoso. portanto nos últimos dois meses a ideia era reduzir as calorias ingeridas, acabar com os hidratos à noite, beber mais água, comer mais fruta, mas rapidamente cheguei à conclusão que sou capaz de aguentar sem doces, na loucura, entre o almoço e o jantar. sim, sou daquelas pessoas que tão depressa diz "ai, preciso tanto de emagrecer" como estou a comer um chocolate (ou dois), um bolo ou um saco de gomas. eu vontade até tenho, falta-me é a força para resistir ao que mais gosto. porque nem mesmo pelo sonho de ter uma barriga lisa isto vai.
*restaurante junto à Boavista no Porto que simplesmente adoro
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