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domingo, maio 04, 2014

voar

o destino que se segue 


2013 foi um ano espectacular, com muitas horas passadas lá em cima, nas nuvens, como eu gosto. este ano não se auspiciam muitas viagens, outros planos seguirão o seu curso, mas digamos que também não começa nada mal. daqui a duas semanas, mesmo no dia do meu aniversário, aterramos em Roma para um fim-de-semana prolongado, por isso aceitam-se dicas e sugestões das boas.

segunda-feira, março 31, 2014

Gerês ♧♧♧

um destino de paz onde guardo as gargalhadas da amizade e o toque do (meu) amor ... assim, muito perto


segunda-feira, fevereiro 03, 2014

Braga ☼

❥ revisitar lugares como se fosse a primeira vez

| bom jesus do monte |

Braga tornou-se um dos pontos de encontro obrigatórios com a amiga que a blogosfera um dia me ofereceu. não consigo apontar no calendário o início da nossa amizade, nem sequer contar como é que passou de virtual a real, mas lá expliquei ao mais-que-tudo que a kinhas é daquelas pessoas que tem o abraço doce e que gostamos de ter perto. obrigatório também é o jantar no vegetariano anjo verde e a sobremesa extra na spirito cupcakes & coffee.

entretanto, fazer o percurso a pé pelos escadórios do bom jesus foi um bónus delicioso neste fim-de-semana.

segunda-feira, janeiro 27, 2014

Coimbra ❧

❥ dos lugares mágicos

 | quinta das lágrimas |

o desejo de conhecer era meu e já muito antigo. decidimos juntar a necessidade de visitar a cidade [para uma comemoração de aniversário] ao agradável e registamos algumas memórias a dois. da simbologia dos recantos - a fonte dos amores [foto superior direita], os amores cravados nos bambus [foto inferior direita] - à sua própria história, tudo neste lugar inspira amor. 

terça-feira, janeiro 07, 2014

Sanábria

❥ das paisagens que nunca cansam e me conseguem sempre despertar uma forma de amor ...

 

sábado, dezembro 28, 2013

quase, quase em modo férias

❥ como eu adoro fazer a mala (e gosto tão pouco de a desfazer)


as previsões são de muito frio, chuva e com sorte alguma neve. há muitos anos que no meu grupo de amigos a passagem de ano se faz por terras de nuestros hermanos. não é tão longe que não se possa ir de carro e depois é longe o suficiente das grandes cidades e outras confusões da época. alugamos cabanas de madeira, abastecemos-nos de comida para um mês e assim passamos alguns dias em confraternização com a natureza. por aqui ultimam-se os pormenores e deseja-se que sejam, como sempre foram, dias fabulásticos.

terça-feira, novembro 19, 2013

olá Lisboa

❥ | local natives @TMN ao vivo


é daquelas cidades que não precisam de apresentação, onde é sempre bom voltar, nem que seja só por um par de horas. desta vez para assistir a um concerto com ele. 

sábado, outubro 12, 2013

Amesterdão ✿ Leida

❥ a palavra que marcou os meus dias pelas cidades, e que dela falarei a seu tempo ... {o segredo}


há cidades que se deseja (muito!) um dia conhecer, para mim Amesterdão era uma delas. agora faz parte das cidades fantásticas que espero um dia repetir. as bicicletas em quantidades nunca vistas antes, os canais a cada quarteirão e as casas deliciosa e simetricamente alinhadas nas margens. e por mais conhecimento que se tenha desta cidade, onde (quase) tudo é permitido, o facto de ser possível comprar drogas como quem entra numa loja de gomas, e de o acesso à prostituição se desenrolar praticamente como se estivéssemos num corredor de supermercado, é capaz de surpreender a mais vanguardista das mentes.

a única situação que me incomodou foi a sujidade, às vezes o lixo revela-se um problema das grandes cidades, mas aquela exagera. ficou a vontade de voltar numa primavera para me deliciar com as flores.

segunda-feira, agosto 12, 2013

o regresso faz-se agridoce

 Cabo Verde, ilha da Boa Vista


Cabo Verde foi sol, mas pouco, areia a perder de vista e um mar de temperatura aceitável para Atlântico. foi chinelos durante o dia e vestidos coquetes à noite. foi mergulhos na água azul céu ao nascer e ao pôr-do-sol. foi caminhar ao longo do areal e ver tartarugas no mar. foi piruetas na piscina do hotel que se confundia com a linha do horizonte. foi gastar, mais do que o previsto, o creme de aloe vera, mesmo que o índice de proteção solar fosse 50. foi passeio de moto 4 pelas dunas, banhos de lama, "refeições" de pó. foi viajar sentada num banco de madeira, na traseira de um jipe, e mesmo conhecendo a realidade do povo ficar impressionada com a pobreza da capital, Sal Rei. foi deliciar-me com a cor que o meu corpo ia ganhando, mesmo com a sensação de pele "fritada" e amaldiçoar as manchas no rosto. foi assistir aos espectáculos preparados pelo staff do hotel e dançar música cabo verdiana até doerem os pés enfiados nos saltos altos. em Cabo Verde não havia digestão e as refeições faziam-se sem restrições, com tudo a que tínhamos direito. com batatas fritas ao jantar e crepes de chocolate ao pequeno-almoço. foi gritar a cada barata do tamanho de um ovo e rezar para que nenhuma abelha, que insistia habitar na nossa casa-de-banho, me quisesse deixar marca. foi procurar no mar a máquina fotográfica de água e gritar de alegria quando a vimos na mão de alguém no ar.

Cabo Verde fez-se de recordações muito-muito doces, com amigos daqueles dos bons, mas Cabo Verde foi (ainda) chegar a Portugal sem mala. trazidos por uma companhia aérea que revelou uma extrema falta de profissionalismo, com informações contraditórias e justificações absurdas. no fundo é bom regressar a "casa", mas as roupas preferidas andam ainda por lá, sem a certeza de que elas também possam regressar ...