❥ um look
❥ uma música
❥ um filme
❥ um sabor
os dias fazem-se de todas as cores, mas são os rosas que me dão (mais) vontade de escrever ...
domingo, janeiro 12, 2014
para combinar com os dias cinzentos ☂
❥ a experiência de ontem saiu ao lado, estava a modos que "intragável", mas hoje procurei uma nova receita e temos vencedora
leite creme
1 lt. de leite
150 gr. açúcar
2 colheres de sopa de farinha maizena
2 cascas de limão
7 gemas
leite creme
1 lt. de leite
150 gr. açúcar
2 colheres de sopa de farinha maizena
2 cascas de limão
7 gemas
num tacho misturar as gemas com a farinha e o açúcar. aos poucos adicionar o leite à temperatura ambiente até dissolver bem, juntar as cascas de limão e levar ao lume mexendo sempre. quando começa a borbulhar retira-se e divide-se em taças. pode-se polvilhar com açúcar e queimar ou apenas decorar com canela et voilà. [foto]
do (nosso) beijo mais doce
❥ confiar no tanto que já somos quando ainda agora começou
não há mais medo. aceita-se o que vem por bem. enquanto quiser ficar. há muito tempo que se treina assim o coração.
agradece-se os sorrisos.
e espera-se o melhor.
gosto que os nossos dias se somem devagar. fazem-se planos. sonha-se a curto e a médio prazo. partilham-se gostos. aprecia-se a descoberta, mesmo que nos pareça demasiado fácil. aprendemos que as diferenças nos aproximam e matam-se saudades dia sim dia sim, como se fosse a 1ª vez. diz que gostar de alguém é bom, mas ter alguém que retribui é tão melhor.
agradece-se os sorrisos.
e espera-se o melhor.
gosto que os nossos dias se somem devagar. fazem-se planos. sonha-se a curto e a médio prazo. partilham-se gostos. aprecia-se a descoberta, mesmo que nos pareça demasiado fácil. aprendemos que as diferenças nos aproximam e matam-se saudades dia sim dia sim, como se fosse a 1ª vez. diz que gostar de alguém é bom, mas ter alguém que retribui é tão melhor.
sábado, janeiro 11, 2014
dos momentos
❥ que se vivem através da pele e dos sentidos
momentos de coração aquecido pela paixão, pelo amor. momentos de olhos alagados pela desilusão e dor. momentos cinzentos. momentos em que os dias voam, outros em que os minutos não passam. momentos de contemplação, do karma, da sorte, do universo. momentos de reflexão do passado que não regressa. momentos de aprendizagem para o futuro que desejamos. momentos impulsionados pela vontade de mudança, outros [momentos] arrastados pela apatia e resignação. momentos de escuridão, de revolta, de negação. que a vida não é sempre justa. momentos de festa, de comemoração. momentos de amizade, de sorrisos, de abraços. momentos cor-de-rosa. momentos que precipitam inícios, histórias, recomeços. outros [momentos] que ditam fins. momentos que nos roubam. momentos de escolhas, sem sabermos o que é certo ou errado. momentos de aceitação, que nem todos os sonhos ganham asas e há projectos que não saem dos esboços mentais. momentos que nos devolvem a vida. momentos de acreditar. momentos de fé e de luz. momentos de agradecimento pelo que nos chega. momentos de revelação ... do que realmente é importante, continuar a construir memórias de todos eles.
momentos de coração aquecido pela paixão, pelo amor. momentos de olhos alagados pela desilusão e dor. momentos cinzentos. momentos em que os dias voam, outros em que os minutos não passam. momentos de contemplação, do karma, da sorte, do universo. momentos de reflexão do passado que não regressa. momentos de aprendizagem para o futuro que desejamos. momentos impulsionados pela vontade de mudança, outros [momentos] arrastados pela apatia e resignação. momentos de escuridão, de revolta, de negação. que a vida não é sempre justa. momentos de festa, de comemoração. momentos de amizade, de sorrisos, de abraços. momentos cor-de-rosa. momentos que precipitam inícios, histórias, recomeços. outros [momentos] que ditam fins. momentos que nos roubam. momentos de escolhas, sem sabermos o que é certo ou errado. momentos de aceitação, que nem todos os sonhos ganham asas e há projectos que não saem dos esboços mentais. momentos que nos devolvem a vida. momentos de acreditar. momentos de fé e de luz. momentos de agradecimento pelo que nos chega. momentos de revelação ... do que realmente é importante, continuar a construir memórias de todos eles.
quinta-feira, janeiro 09, 2014
grey's anatomy
❥ porque vira-e-volta lá estou eu a sonhar com a cena do Avery ... e da April, e da April {suspiro}
chocolatttiiiiii
❥ das receitas que nos confortam o estômago e aquecem a alma [roubada daqui]
brownie no microondas
2 colheres de sopa de farinha
1 colher de sopa de açúcar
2 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher e meia de manteiga
2 colheres de leite
1 colher e meia de manteiga
2 colheres de leite
juntar os ingredientes secos numa caneca, depois adicionar a manteiga derretida e o leite. misturar tudo muito bem e levar ao microondas por 40-50 segundos. mais alguém a caminho da cozinha?!?
update: o meu brownie teve de levar 50 segundos três vezes, mas está bem bom. [foto]
update: o meu brownie teve de levar 50 segundos três vezes, mas está bem bom. [foto]
saldos
❥ estão a tristeza de sempre, ora só há trapos, ora o desconto não consola a vista, mas estas peças da loja online convenceram-me
@zara #fall/winter 2013
15,99€ antes 29,95€
17,99€ antes 29,95€
terça-feira, janeiro 07, 2014
Sanábria
quinta-feira, janeiro 02, 2014
da gratidão
❥ o penúltimo dia de 2013 podia ter
sido o meu último dia de vida*
*sobre o choque anafiláctico diz a
wikipédia “termina geralmente em morte caso não seja tratado”.
era a segunda noite das nossas férias
na aldeia de Galende, que já nos conhece tão bem, em Puebla de Sanábria. estávamos a preparar o
jantar e eu tinha acabado de comer um kiwi quando senti uma ligeira impressão
na garganta e comecei a espirrar ininterruptamente. retirei-me para a casa de
banho enquanto tentava perceber o que se estava a passar comigo, mas os
restantes sintomas não se fizeram tardar. o corpo todo a fervilhar, o estômago parecia
que estava a ser pontapeado, as pálpebras inchadas e foi quando senti a
glote a fechar que decidi pedir ajuda.
num minuto estávamos dentro do
carro a caminho do centro, mas mais rapidamente ainda comecei a sentir a língua
crescer, como se não fosse caber dentro da minha boca. ainda longe, com a respiração cada
vez mais fraca e a perder a visão, pedi que chamassem uma ambulância. ainda ouço
a mana dizer “vai demorar dez minutos”. naquele momento não acreditei que fossem
chegar a tempo e pensei que ia morrer. não chorei, não vi a minha vida em flash, apenas tentei continuar serena e continuar
a lutar para respirar.
a ambulância não terá demorado mais
de três-quatro minutos, mas já terei entrado nela ao colo por ter perdido os
sentidos. à chegada ao centro de saúde senti medo, não percebia o que me diziam, mas acabei socorrida por duas equipas fantásticas, levei
oxigénio, injecções de adrenalina e mais umas quantas drogas para reverter o
quadro clínico grave.
quando sai da sala para ser
transferida para o hospital, e o médico pediu aos meus manos para se despedirem
de mim, soltei a primeira lágrima ... sentia-me um farrapo, mas estava viva. no hospital seguiram-se exames,
mais medicação e uma noite em observação, com o mano sentado ali numa cadeira, outro amigo na sala de espera e o restante grupo, de coração
apertadinho de preocupação, a mais de 100 km dali.
algumas horas depois da alta, a comemorar a meia-noite, mas ainda abananada com tudo o que me tinha acontecido, não pedi nenhum desejo para 2014, apenas agradeci a felicidade de ter aquelas, as minhas pessoas do coração, ao meu lado. do novo ano espero o melhor, porque depois deste trambolhão só podem chegar coisas boas.
aos meus amigos o obrigada mais sentido e aos médicos ainda estou a tentar
encontrar as palavras (em espanhol é mais difícil) para lhes enviar a agradecer
o facto de me terem devolvido a vida e todo o carinho com que me trataram.
domingo, dezembro 29, 2013
sábado, dezembro 28, 2013
dois mil e (13)
❥ reflexões do meu doce ano
estreitaram-se relações que me fazem agradecer diariamente no caminho para o trabalho. aprendi mais uma vez o quanto o nosso coração pode ser elástico, porque realmente não existe distância quando alguém vive em nós. fiz viagens especiais, com as minhas pessoas, comecei o ano na Sanábria em Espanha, como já é nossa tradição, e visitei pela primeira vez Oslo, a ilha da boavista em Cabo Verde e Amesterdão. somaram-se concertos e deliciosos encontros com os amigos. mas dois mil e treze não foram só sorrisos, chorei quando atirou a minha mãe para uma cama de hospital e mais ainda quando me roubou o meu avô. perdi um ramo da minha árvore e isso vai doer por muitos anos. e finalmente, como fui uma boa menina, recebi de presente um novo amor, aquele que me ensina todos os dias a gostar um pouco mais de mim.
quase, quase em modo férias
❥ como eu adoro fazer a mala (e gosto tão pouco de a desfazer)
as previsões são de muito frio, chuva e com sorte alguma neve. há muitos anos que no meu grupo de amigos a passagem de ano se faz por terras de nuestros hermanos. não é tão longe que não se possa ir de carro e depois é longe o suficiente das grandes cidades e outras confusões da época. alugamos cabanas de madeira, abastecemos-nos de comida para um mês e assim passamos alguns dias em confraternização com a natureza. por aqui ultimam-se os pormenores e deseja-se que sejam, como sempre foram, dias fabulásticos.
das quarenta horas por semana
❥ sim, faço parte dos felizes que tem um horário de trinta e cinco horas
a minha mãe é funcionária pública. mas como é daquelas que efectivamente trabalha não gostou de ver o seu horário aumentado só porque sim. acontece que eu não sou funcionária pública, facto que ela se esquece frequentemente porque estou no sector privado com utilidade pública. e por isso quando a minha mãe me perguntou quando é que eu afinal ia começar a trabalhar as quarenta horas deu-se-me uma vontade de lhe bater. inspirei profundamente e respondi apenas que estava ansiosa que isso acontecesse, só porque assim deixaria de trabalhar as nove, dez horas que faço diariamente.
terça-feira, dezembro 24, 2013
terça-feira, dezembro 17, 2013
{ausência eterna}
❥ a vida ensina-nos todos os dias a perder, mas há perdas que nunca aprenderemos a aceitar
o meu avô não era o cliché dos avôs que nos dava colo ou guloseimas às escondidas. também não nos livrava dos ralhetes ou das palmadas que pudessem chover porque, já se sabe, as merecíamos. o avô Manuel teve muitos netos, mas para mim ele é apenas isso, o meu avô, porque foi o único que tive durante toda a minha vida. o outro, de mesmo nome, faleceu numa altura em que a minha memória já não me permite recuar.
o meu avô gostava da casa cheia e só nos pedia uma coisa, a família unida, mesmo que dividida pelo mundo. o meu avô não sabia ler, mas era um exímio contador de histórias, que nos deliciávamos a ouvir. mas o meu avô não era só o avô das caralhadas - não preciso de fechar os olhos para ainda ver as expressões marotas naquele que era o seu lugar da mesa e ouvir o seu riso rouco - foi o avô que nos ensinou as prioridades da vida: o amor, de menino rico a deserdado por ter escolhido a minha avó; e o trabalho, a dureza e o sacrifício da terra que nunca foi dele mas que sempre nos alimentou.
a vida ensina-nos todos os dias a perder, seja um bem material ou alguém que aprendemos a amar antes de ela chegar ao seu destino, mas há perdas que nunca aprenderemos a aceitar ...
mesmo que tenha chegado a tua hora, até sempre meu 'vô.
domingo, dezembro 15, 2013
assim como assim
❥ e porque fui uma boa menina cof cof ... também me apetece pedir qualquer coisa ao pai natal
♥ uma viagem ♥ umas botas ♥ um perfume ♥ uma carteira ♥ um casaco ♥ e outro iPhone sff ♥
sábado, dezembro 14, 2013
prendas aviadas
❥ uma das melhores partes do meu natal já passou
gosto muito mais de dar do que receber. trenga, eu sei. e desta vez só precisei de duas noites num shopping super tranquilo (as segundas-feiras são óptimas) para arrumar com as compras. agora só falta o outro momento que adoro, quando (finalmente) as entrego ... e está quase.
[spoilers alert]
❥ depois do «ler mais» seguem-se revelações do último episódio que ainda não passou por cá
a anatomia de grey andava uma valente seca. onze episódios transmitidos da décima temporada e só me apetecia bater em todos eles. apre! mas quem segue uma série durante anos não pode desistir numa fase de má inspiração da criadora e hoje só me apetece dar-lhe beijinhos e dizer-vos que aquela ansiedade boa pelo próximo episódio voltou. mas Shonda querida, não abuses nos dramas Meredith vs Cristina.
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